HISTORIA DE UMA ALDEIA

SOUROPIRES

IGREIJA DE SOUROPIRES

                  Souro Pires tem o seu próprio nome como atestado de um riquíssimo passado. O topónimo representa um nome medieval completo, com nome próprio e patronímico. Soeiro Peres, como se escrevia por volta do século XIII, terá sido um senhor do território da actual freguesia, que pode ser identificado como um de dois importantes nobres locais: Soeiro Peres “de Escacha”, da estirpe dos “da Silva” (século XII) ou Soeiro Peres “de Távora”, de uma época posterior, sendo que ainda hoje existe na freguesia um solar torreado com aquele nome.

 

Em Souro Pires, ganhou destaque nos séculos centrais da Idade Média o lugar da Quinta do Ervilhão. A poente da sede da freguesia, foi a cabeça de um pequeno couto criado provavelmente no século XII e extinto apenas em 1820. Alguns autores atribuem a Ervilha e ao seu senhor, D. Pêro Ervilhão, a origem de Souro Pires. No século XV, isto seguindo sempre a documentação oficial, existiu também na povoação uma coutada da família dos Coutinhos (Marialvas), o que mais uma vez vem comprovar as tradições nobiliárquicas da povoação.

 

 

Da mesma época é igualmente – e aqui entramos no património edificado de Souro Pires – o paço do mesmo nome, atribuído aos Távoras. É uma das mais espectaculares casas senhoriais do concelho de Pinhel, classificada como monumento nacional. Mandado edificar no século XV por D. Soeiro Pires de Távora, quase se assemelha a uma fortaleza, com o seu corpo central em granito maciço (do qual saem algumas janelas maineladas em mármore rodeadas de florões e ornatos lavrados) e os dois torreões laterais. Num destes torreões, encontra-se a capela, com um portal simples de arco de volta inteira. Conserva ainda no seu interior uma imagem de pedra quinhentista, em madeira, que representa a Senhora da Esperança. Diz-se que foi erguido pelos Távoras, embora não haja certezas que o confirmem.

CAPELA DA FAMILIA TAVORA

 

 

Sabe-se, isso sim, e voltamos aqui à história da freguesia, que depois da morte do último conde de Marialva, D. Francisco Coutinho, o infante D. Fernando passou a ser o senhor do conde de Ervilhão.

 

 

 

 

 

 

 

 


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A EXECUCAO DOS TAVORAS

ACONTECIMENTOS HISTORICOS LIGADOS A SOUROPIRES

A família Távora está ligada à história da povoação de Souro Pires desde o seu início, sendo atribuída a fundação da vila a Soeiro Peres de Távora. A edificação do solar da família terá sido realizada nos finais do século XV, prolongando-se pelos primeiros anos do século XVI.
As casas nobres edificadas no início da centúria de Quinhentos derivaram

de três grandes influências, a arquitectura popular tradicional portuguesa, a arquitectura militar medieval e a arquitectura erudita do renascimento. A arquitectura tradicional permitiu a adaptação da simplicidade de divisão do espaço. Por seu turno, a arquitectura militar medieval levou para as casas

senhoriais a torre, como elemento simultaneamente de defesa e de habitação, que com os avanços da pirobalística no século XVI perdeu as suas funções iniciais e tornou-se símbolo de prestígio, linhagem nobre e poder da família proprietária. Por fim, os elementos da arquitectura erudita do Renascimento chegam aos solares através da acção dos vários engenheiros militares que, a partir do século XVII, aplicaram na arquitectura civil a teoria arquitectónica mais erudita, divulgada especialmente através dos escritos de Sebastiano Serlio e Andrea Palladio. Apesar da sua parcial ruína, o Solar dos Távoras apresenta uma estrutura híbrida, em que conjuga as linhas militares medievais com elementos decorativos que indiciam já um gosto clássico, como é o caso das janelas dispostas pelas diversas fachadas.
O solar possui planta rectangular, com fachadas dispostas simetricamente, e o conjunto integra ainda uma capela autónoma, de planta quadrada. A fachada principal é delimitada lateralmente por duas torres, sendo o corpo central de cércea mais baixa. Na torre esquerda foi aberta uma janela de peito com mainel ao centro e lintel decorado por volutas. O corpo central possui no primeiro registo uma fresta rectangular e no segundo, uma janela quadrangular com mainel de mármore, cujo capitel é decorado por motivos vegetalistas, e lintel decorado por motivos fitomórficos. A torre situada à direita tem no primeiro registo o portal principal do solar, com arco de volta perfeita sem decoração. No segundo registo destaca-se uma janela de ângulo de lintel recto e mainel de fuste canelado


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SOUROPIRES

SOUROPIRES

 

  est un village des plus importants (do concelho de pinhel)

sont histoire nous indique le 16 eme  voir le 15 eme siècle , elle est lié a la famille  (Soeiro Peres de Tàvora)

dont le Solar familial     témoigne 

                 Sa population composer pour la plus part d’agriculteurs viticulteurs

sont volontairement accueillants

                  pour ces qui aiment la douceur de vivre  c’est un lieu de vacances conseiller

vous pouvez aussi apprécier ou participer aux événements comme

-le rassemblement des moto d’époque  50cc  (VOLTINHAS)     mois de juin

-la fete religieuse de la paroisse                                                             mois d’aout

-la fete des vendanges                                                                           mois d’octobre 

 


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VISEU BEIRA ALTA

BEIRA ALTA

C’est le terrain de jeux des randonneurs et des amoureux de la montagne. C’est aussi l’unique endroit du pays où vous pouvez pratiquer des sports d’hiver,ou admirer les troupeaux de moutons dans les pâtures en altitude. cette région vinicole s’est, hélas, désertifiée au fur et à mesure des dernières décennies .

Viseu
A 84 km à l’est d’Aveiro.
Capitale de la Beira Alta, la jolie ville d’art de Viseu, qui surplombe, de loin, le rio Pavia, est attachante à plusieurs titres. Son riche musée, sa belle cathédrale, son centre historique particulièrement bien entretenu, ses spécialités culinaires et ses vignobles du Dâo, son atmosphère vivante et sympathique, en font une étape appréciée des touristes. En dépit de sa proximité avec Coimbra l’adulée, la ville a toujours su s’imposer dans l’histoire et créa même, alors que sa rivale excellait dans la sculpture, une école de peinture qui connut ses heures de gloire.

 


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O CASTIGO DA NOSSA HISTORIA

https://ailles-do-crepusculo.com/ O CASTIGO DA NOSSA HISTORIA

Ao viagar por esta regiao ! berço da minha existençia, ouvindo as observaçons dos nossos idosos, e de outros, estimula-se em mim a curiosida de (o porque è que foi assim?)

Terra de gente determinada e coragosa que ao decorrer dos anos nao foi considerada ao justo valor do seu mèrito , provocando assim uma hemorragia constate dos seus cérebros, e seus actores économicos, obrigados a exerçer talentos noutras partes do globo , muitos deles com grande sucesso

CIDADE DE PINHEL

Observando com distançia a situaçao, sera que esta foi gerada pela passividade deste povo ??? ou guiada por interesses ocultos e feuodais ??? quando se pensa num projeto de investimento  para a regiao e que se elabora um plano économico , vendo o custo km compriendo a desilusao de alguns  investidores .

 

 

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Mas a Beira Alta tem outros trunfos para jogar


CRIADORES DE GADO

Antiga província portuguesa, formalmente estabelecida pela reforma administrativa de 1936 e extinguida pela Constituição da República Portuguesa de 1976, a região da Beira Alta confina com as regiões de Trás-os-Montes e Alto Douro a norte; Douro Litoral a noroeste; Beira Litoral a oeste e sudoeste; e Beira Baixa a sul. Faz fronteira com Espanha, a leste. Abrange cerca de 8500 km 2 e compreende 33 concelhos: 18 do distrito de Viseu, 13 do distrito da Guarda e dois do distrito de Coimbra.
Região planáltica, de média altitude, cortada por vales fluviais e cingida por serras (Estrela, Montemuro, S. Macário, Gralheira, Caramulo e Buçaco) apresenta uma diversidade climática, registando temperaturas consideravelmente baixas no inverno.
Embora atravessada por uma via férrea internacional (da Pampilhosa a Vilar Formoso) e por boas estradas, mantém ainda alguns concelhos com fraca acessibilidade, o que constitui um obstáculo ao seu desenvolvimento. As principais indústrias desta zona são os lanifícios, os laticínios e o fabrico de produtos alimentares.

A Beira Alta apresenta, nos seus principais pratos típicos, o queijo da Serra da Estrela, as morcelas e farinheiras; o arroz de pato e o cabrito e a vitela assados; castanhas, servidas em confeções variadas, as cavacas e o vinho do Dão.
Possui alguns dos melhores e mais sumptuosos solares de Portugal, sendo, depois do Minho, a região portuguesa onde se encontram mais construções solarengas.
Muitas são também as individualidades notáveis com que a Beira Alta tem contribuído para o engrandecimento do país, em todas as manifestações da atividade humana (intelectual, económica, política, etc.), de entre as quais se distinguem Frei Bernardo de Brito, Aquilino Ribeiro, Leite de Vasconcelos, Costa Cabral e Gabriel Fonseca.


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Lendas e Historias

 

Viriato, que começara por ser pastor dos montes Hermínios, foi o grande líder da revolta lusitana contra os invasores romanos. A sua coragem e destreza eram tão grandes que, com um efetivo de homens muito inferior ao poderoso exército de Roma, conseguiu derrotar várias vezes os romanos.

Com o tempo, o exército de Viriato cresceu, chegando a formar-se um corpo especial de guarda a Viriato, os Suldórios, constituído apenas por voluntários dispostos a morrer por ele.

Um dia, ao acampamento de Viriato, chegou um jovem loiro, de olhos azuis e de aparência frágil, que se dispunha a oferecer-se como voluntário para guarda a Viriato. Foi recebido, com certa troça, por parte de Viriato, que não acreditava muito nas suas capacidades como guerreiro; contudo, depressa mudaria de opinião.

PINTURA DE SOROLLA

Fazendo sempre questão de combater ao lado do grande chefe, o jovem voluntário revelou-se um extraordinário soldado, leal e dedicado, impressionando Viriato. Muitas vitórias se sucederam até que, num período de tréguas, Viriato casou com a sua amada Vanídia e, um dia, levou-a à tenda do seu suldório preferido para lho apresentar.

Nesse encontro, a palidez do jovem e frágil soldado era notória e quando Vanídia lhe pediu

que fosse tão amigo dela como o era de Viriato, o jovem suldório respondeu que a sua dedicação pelo chefe lusitano era tão grande que não havia lugar para mais nenhum sentimento no seu coração.

Passados alguns anos, os romanos, que não conseguiam vencer Viriato com uma luta leal, procuraram entre o seu exército um traidor que o apunhalasse a troco de dinheiro e lhe cortasse a cabeça para que fosse entregue ao cônsul romano.

Mais tarde, os soldados lusitanos foram encontrar o jovem suldório abraçado ao corpo decapitado de Viriato, chorando desesperadamente. A dor e a indignação geral instalou-se e foi realizado um funeral solene, durante o qual o corpo do herói seria queimado.

Quando já se erguia uma grande fogueira, os soldados de Viriato quiseram escolher o seu sucessor como era de tradição. Todos apontaram para o frágil e louro soldado que, sem uma palavra, e de cabelos soltos ao vento, se levantou e se aproximou da fogueira, onde o corpo de Viriato ardia.

Lentamente, perante todos, despiu a armadura e as roupas que trazia. Os lusitanos verificaram, com espanto, que o soldado era afinal uma bela mulher que confessou ter-se disfarçado para poder estar perto do homem que amava até à morte.

A mulher, que tinha vivido para Viriato e cujo nome se perdeu no tempo, saltou para a fogueira e nela morreu, junto ao grande amor da sua vida.

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VILA NOVA DE GAIA

VILA NOVA DE GAIA

Durant les siècles qui suivent la chute de l’Empire romain, la ville connaît plusieurs invasions, notamment par les Suèves, les Wisigoths, les Normands et les Maures1. En 858, Porto est pillée par le chef viking Hasting2.

Avec l’essor de la ville se développe une seigneurie féodale, qui, au fil du temps, se fait appeler « Portugal ». Le comté de Portugal va du Minho au Douro. Porto fait partie du royaume de Castille depuis le début du XIe siècle1. En 1096, Alphonse VI de Castille l’octroie à sa fille naturelle Thérèse, mariée avec Henri de Bourgogne. Leur fils, Alphonse Henri, est le premier souverain portugais.

Le XIVe siècle voit la ville se ceindre de murs d’enceinte massifs en pierre qui protègent la ville médiévale, d’une part, et la zone portuaire, d’autre part1. Le centre historique est ainsi protégé par les murailles dites « fernandines », du nom de Dom Fernando sous le règne duquel elles ont été achevées en 13761.

En 1415, sous l’égide d’Henri le Navigateur, un des illustres fils de la ville, une importante expédition est mise sur pied pour la prise de Ceuta. La ville de Porto, chargée de l’approvisionnement de la flotte royale, est alors lourdement mise à contribution et doit se démunir de la plupart de ses vivres. Après le départ des soldats, les habitants doivent se contenter des aliments restants, soit les tripes et les abats, difficiles à conserver lors de campagnes militaires. C’est ainsi que par la suite le qualificatif de tripeiros (mangeurs de tripes) est utilisé pour désigner les habitants de Porto.[réf. nécessaire]

 

C’est la troisième municipalité du Portugal derrière Lisbonne et Sintra, et première commune du Grand Porto.

C’est aussi la ville des principales sociétés de vente de vin de porto.

sur le territoire de la commune le monastère da Serra do Pilar inscrit au Patrimoine mondial de l’UNESCO.est un joyeux national

Je me permet ici de vous inviter a visiter L’ESPACE CORPUS CHRISTI un lieu d’histoire très intéressant  de  VILA NOVA DE GAIA

 

 

 

 

Avec l’avènement de la République en 1910 sa situation est devenue critique, mais en 1930 le couvent a été remis aux soeurs du Bon Berger qui ont crée par la suite un Institut Féminin de Education et Régénération.

Avec l’augmentation des internes le logement existant est devenu insuffisant et en résultat le besoin urgent d’agrandir les installations et pour cela est reconstruit une partie de l’ancien couvent qui si trouvait en ruines.

La reconstruction du nouveau édifice en conformité avec le projet de 1834 de l’architecte Januârio Godinho profite des fondations des ruines existantes et maintien l’ implémentation du cloitre.

Il s’agit d’une construction de grande sobriété en équilibrant l’objectif et l’usage pratique de son utilisation à l’aide de la grammaire architecturale de l’époque.

Par l’urgente nécessité d’agrandir les installations, quelques mois plus tard émerge un noveau pavillon destiné aux dortoirs de la paternité de l’architecte Gonçalo Braga le 9 de Février 1935, en conformité avec le style du projet de reconstruction de l’architecte Januério Godinho.

Pendant 70 ans ce couvent a été à charge de cette confrérie étant son activité poursuite par la Fondation Frei Manuel Pinto da Fonseca, une  liée à l’ordre de Malte qui a pris la responsabilité de ne pas arrêter le soutien donné aux mineures en risque, but qui s’est prolongé jusqu’a 2002, l’année en que le couvent est definitivent fermé.

Le 6 Août de 2002, la Mairie de Vila Nova de Gaia et le Ministère de la Justice ont signé un protocole pour sa rénovation  réhabilitation et valorisation du couvent.

Depuis le 13 Mars de 2009 1’édifice Etat Nouveau est devenu de nouveau siège de l’entreprise municipale Gaiurb étant tout l’édifice du siècle XVIII, chapelle, choeur sons l’administration de l’ entreprise municipale Gaianima.


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FREIXEDAS

FREIXEDAS

Ce village magnifique de BEIRA INTERIEUR, au moment  du crépuscule me transmet un sentiment de désolation, et regrets nostalgiques d’un passe glorieux, en témoignent ces  églises imposantes et fières.

D’autres bâtiments d’une  époque  révolue nous rappellent eux aussi  les effets du temps qui passe.

C’est un village de gens courageux toujours prêts à vous aider et à vous renseigner.

Tout au long de ces prises de vues ils me donnent leurs versions de l’histoire les unes différentes des autres mais la chronologie tient la route.

 


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PORTO SEDUCTION

Avec son esprit cosmopolite, la ville de Porto est désormais internationalement reconnue comme une destination à découvrir, étant devenue le lieu de prédilection de nombreux touristes et voyageurs. En 2017, elle a été élue « Meilleure destination européenne ».

 

Ville de caractère à l’accent marqué et reconnaissable du Portugal, elle semble toujours prête à poser pour une photo grâce à son éblouissante lumière.

 

 

une balade dans les rues arpentées  qui fait découvrir les charmes de cette ville.

 

 

 

À l’époque médiévale, en 1330, Porto était important, un point obligatoire de l’activité mercantile et, dans le milieu du XIV siècle, il fut nécessaire de construire une nouvelle muraille qui protégea la ville des ses ennemis

 

Jusqu’à la fin du Moyen Age, Porto a fait l’objet de différends, entre les évêques et les canons (membres du clergé), le clergé contre les frères franciscains, les évêques contre les rois, la bourgeoisie contre les évêques, la bourgeoisie contre la noblesse.

En 1355, l’Infant D. Pedro s’est révolté contre son père, le roi D. Afonso IV, en raison de l’assassinat de sa bien-aimée Inês de Castro, ils se sont affrontés à Porto. La population fidèle au roi, a résisté aux assauts de D. Pedro. C’est cet épisode qui a été décisif pour la construction urgente d’une nouvelle muraille.

Le roi a parrainé ce travail et l’ensemble de la population a été mobilisée pour aider à la construction, mais D. Afonso IV n’a jamais vu cette exigeante tâche achevée. Le travail ne se termina qu’en 1370, sous le règne de D. Ferdinand – ce qui explique le nom de la Muraille Fernandina.

Au cours de la crise 1383-1385, Porto est à nouveau au cœur de l’histoire du Portugal à un moment où le royaume était susceptible d’être absorbé par la Castille. Ses habitants se mettent inconditionnellement du côté du Maître d’Avis, qui allait devenir le roi D. Joao I. Plusieurs liens relient le fondateur de la dynastie d’Avis à l’Invicta : c’est à Porto qu’il épousa en 1387, D. Filipa de Lencastre, et sept ans plus tard, est né l’Infant D. Henrique.

Cet Infant allait être le protagoniste d’un autre épisode dans lequel la ville a joué un rôle de premier plan. Dans la période des découvertes portugaises, en 1414, à seulement 20 ans, et chargé par le roi Joao I, l’Infant organise la flotte pour l’expédition de Ceuta. La population de la ville s’est mobilisée en force pour offrir toute la viande qu’elle avait pour l’armada. C’est de cet épisode que vient le surnom de « tripeiros » sous lequel aujourd’hui les habitants de Porto sont connus. Pour aider à l’objectif national, les habitants de Porto se sont réservé uniquement les tripes, avec lesquelles on fabrique encore aujourd’hui le plat typique de la région. L’expédition était prête à partir en Juin 1415. Le sacrifice de la ville était énorme.
Dans les XIV et XV siècles, la ville a considérablement augmenté avec le trafic maritime, en assistant simultanément à la multiplication des foires qui mettent Porto au centre de l’économie régionale. Le réseau routier s’est amélioré et surgirent alors de nouveaux marchés, plus grands.
Au XV siècle, la ville était divisée essentiellement en trois parties : Alta – Morro da Sé -, Baixa – dans la zone de Ribeira, qui avait commencé à s’affirmer dans la seconde moitié du XIV siècle, grâce aux pêcheurs, aux commerçants et aux financiers – et Monte do Olival – où a vécu la communauté juive de Porto (le quartier juif de l’oliveraie a été créé en 1386).

En 1580, le roi Filipe II d’Espagne est également devenu Filipe I du Portugal et la population de Porto a souffert des taxes perçues dans les 60 années d’occupation qui ont suivi. Avec la Restauration de l’Indépendance du Portugal, en 1640, on a rétabli dans la ville la Maison de la Monnaie.
À la fin du XVIII siècle, la croissance urbaine a fait que la ville sorte définitivement de son noyau d’origine, et s’étende à travers les champs des environs.

Dans ce siècle, en 1725, l’architecte italien Nicolau Nasoni arrive à Porto pour laisser un héritage qui est aujourd’hui d’une grande importance dans le patrimoine historique et architectural de la ville. Sont de sa responsabilité les œuvres telles que la Tour des Clercs,

Jusqu’à la fin du Moyen Age, Porto a fait l’objet de différends, entre les évêques et les canons (membres du clergé), le clergé contre les frères franciscains, les évêques contre les rois, la bourgeoisie contre les évêques, la bourgeoisie contre la noblesse.

En 1355, l’Infant D. Pedro s’est révolté contre son père, le roi D. Afonso IV, en raison de l’assassinat de sa bien-aimée Inês de Castro, ils se sont affrontés à Porto. La population fidèle au roi, a résisté aux assauts de D. Pedro. C’est cet épisode qui a été décisif pour la construction urgente d’une nouvelle muraille.

Le roi a parrainé ce travail et l’ensemble de la population a été mobilisée pour aider à la construction, mais D. Afonso IV n’a jamais vu cette exigeante tâche achevée. Le travail ne se termina qu’en 1370, sous le règne de D. Ferdinand – ce qui explique le nom de la Muraille Fernandina.

Au cours de la crise 1383-1385, Porto est à nouveau au cœur de l’histoire du Portugal à un moment où le royaume était susceptible d’être absorbé par la Castille. Ses habitants se mettent inconditionnellement du côté du Maître d’Avis, qui allait devenir le roi D. Joao I. Plusieurs liens relient le fondateur de la dynastie d’Avis à l’Invicta : c’est à Porto qu’il épousa en 1387, D. Filipa de Lencastre, et sept ans plus tard, est né l’Infant D. Henrique.


Cet Infant allait être le protagoniste d’un autre épisode dans lequel la ville a joué un rôle de premier plan. Dans la période des découvertes portugaises, en 1414, à seulement 20 ans, et chargé par le roi Joao I, l’Infant organise la flotte pour l’expédition de Ceuta. La population de la ville s’est mobilisée en force pour offrir toute la viande qu’elle avait pour l’armada. C’est de cet épisode que vient le surnom de « tripeiros » sous lequel aujourd’hui les habitants de Porto sont connus. Pour aider à l’objectif national, les habitants de Porto se sont réservé uniquement les tripes, avec lesquelles on fabrique encore aujourd’hui le plat typique de la région. L’expédition était prête à partir en Juin 1415. Le sacrifice de la ville était énorme.
Dans les XIV et XV siècles, la ville a considérablement augmenté avec le trafic maritime, en assistant simultanément à la multiplication des foires qui mettent Porto au centre de l’économie régionale. Le réseau routier s’est amélioré et surgirent alors de nouveaux marchés, plus grands.
Au XV siècle, la ville était divisée essentiellement en trois parties : Alta – Morro da Sé -, Baixa – dans la zone de Ribeira, qui avait commencé à s’affirmer dans la seconde moitié du XIV siècle, grâce aux pêcheurs, aux commerçants et aux financiers – et Monte do Olival – où a vécu la communauté juive de Porto (le quartier juif de l’oliveraie a été créé en 1386).

 

En 1807, les troupes françaises de Napoléon envahirent le Portugal et le roi Joao VI a fui au Brésil. Deux ans plus tard, il y a eu la seconde invasion française et le 29 Mars 1809, lorsque les troupes françaises approchaient de l’Invicta, une foule effrayée, s’est précipitée sur le Pont das Barcas, et mourut noyée lorsque le pont de bois, basé sur des barges à cédé. La tragédie, qui a tué des centaines d’habitants de Porto, est évoqué dans « Alminhas da Ponte», un bas-relief en bronze à Ribeira, sculpté en 1897 par Teixeira Lopes. Dans les jours suivants, les Français dirigé par le maréchal Soult saccagent la ville avant de se retirer en débandade, expulsé par l’armée britannique. C’est seulement en 1811, que les troupes de Napoléon Bonaparte ont été complètement repoussées du pays et le roi Joao VI revint au trône portugais.

 

En 1996, dans le XX siècle, cette immense richesse historique, en particulier dans la vieille ville, a valu à Porto le statut de Patrimoine Mondial de l’Humanité, décerné par l’UNESCO.

 

 

Au tournant du XXI siècle, en 2001, Porto, avec Rotterdam furent Capitale Européenne de la Culture. L’événement est à l’origine de la vie culturelle intense et de la dynamique artistique qui aujourd’hui caractérise Porto.

 

pour info  randonnées camping decouverte loisirs paramoteur  pinhel

 

 

 

 

 

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(Portugais) PINHEL SEMPRE PRESENTE

Désolé, cet article est seulement disponible en Portugais.


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CALDAS DA RAINHA

CALDAS DA RAINHA

Nous avons décidé de découvrir  CALDAS DA RAINHA ,  et !  grande surprise nous sommes accueillis  par ce magnifique parc de loisirs où les gens jouent se divertissent et se prélassent.

La ville aussi me donne un sentiment accueillant  et sécuritaire ,

Ancienne station thermale réputée , Caldas da Rainha est un important centre agricole dont les marchés sont très fréquentés ; c’est également une ville célèbre pour sa céramique aux motifs variés : feuilles de vigne, escargots, figurines caricaturales.

La fondation de cette localité est intimement liée à la personnalité de la Reine D. Leonor, femme de D. João II, qui, au XV siècle aurait fait construire des structures pour permettre aux malades de profiter des bienfaits des eaux thermales ici présentes.


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