CIRCUITO HITORICO DA BEIRA ALTA

CIRCUITO HITORICO DA BEIRA ALTA

Meus amigos como todos aqueles que adoram este nosso pais. Eu tambem admiro tudo aquilo que nele se faz com uma certa qualidade,começando por exemplo por um circuito historico.
A escolha deste Fado como exemplo ,e a minha maneira de vos transmitir este sentimento de bem estar que todos nos sentimos quando visitamos , descobrimos ou que
por la viajamos.

 Beira Alta
A Beira Alta é assim ,uma terra rica ,de um povo com tradições, onde a vida corre ao ritmo das estações, das festas e romarias, criando História ao longo dos séculos, uma História rica em acontecimentos, uma História feita de heróis, como Viriato, travando uma luta desigual contra as invasões romanas cujos vestígios permanecem até aos dias de hoje.
cidadelhe
Verdadeiro paraíso terrestre, ora revestida de um manto branco, ora de um manto verde, a Beira Alta não podia deixar de ter a maçã como fruto predileto e que aqui é maçã “Bravo”,
Nas terras graníticas de Fornos de Algodres, do Neolítico à chegada de judeus fugidos da Inquisição Espanhola, passando pela ocupação romana, multiplicam-se as lendas ligadas à paisagem.

Lendas

São 5000 anos de história. Nela fala-se de uma reunião de diabos na Quinta do Inferno; de mouras encantadas na Fraga da Pena – de onde podemos enxergar as catadupas do horizonte beirão ; de almas penadas que ainda hoje balançam sobre cemitérios medievais.Como quem fica a desenhar macacos e santinhos nas nuvens.


Nas tardes longas do Interior, forasteiros imaginam nos grandes penedos da serra, narizes de bruxa e rebanhos inteiros.
Em alguns casos, as rochas dão azo a moldes reais, como a Anta de Cortiçô, ou a Necrópole das Forcadas. Sobre esta última, diz-se que ainda circulam espíritos ao sabor do vento. Nunca se sabe, até porque um cemitério situar-se numa freguesia chamada Matança, embora não confirme nada, é sinal de que a terra está a falar connosco.


Cidadelhe
Tal como esta necrópole, também os dólmenes de Matança e de Cortiçô “dizem muito sobre o dia-a-dia das comunidades que aqui viveram”, afirma Bruno Rebelo.
Alegando que é essa curiosidade histórica que motiva os visitantes a aventurarem-se nos trilhos de Algodres entre a erva rasteira e o musgo fresco, já depois de desviado um ou outro medronho para o estômago, os olhos tentam garnir-se de atenção.
Adivinham que em cada uma daquelas covas graníticas, há mais de 1200 anos, se enterravam pessoas aos pares ou que se usavam ligeiros desníveis para deixar as cabeças dos defuntos mais altas do que o resto do corpo.

Souropires


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