TAVORAS DE SOUROPIRES

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Os Távoras formavam uma das famílias mais poderosas do reino no século XVIII. A 3 de Setembro de 1758, o rei D. José é alvo de um atentado, sendo o duque de Aveiro e os Távoras acusados de serem os principais mentores de tal ato. Em Dezembro do mesmo ano são detidos e no mês seguinte são executados o duque de Aveiro e vários Távoras. O envolvimento do duque deu-se como provado, mas a inocência dos Távoras era dada como certa e as suas mortes suscitaram vivas reações na Europa ilustrada. A execução serviu para dissuadir qualquer tentativa de contestação da política despótica do Marquês.

About Isabel de Távora

senhora dos direitos reais de Távora e do solar dos Távora, em Souro Pires (Pinhel). filha de Pedro Lourenço de Távora, senhor de juro e herdade de Mogadouro e de S. João da Pesqueira (12.7.1381), senhor de Távora, alcaide-mor de Miranda (1470), etc., e de sua mulher D. Inez de Souza e Alvim, sendo esta neta paterna de Álvaro Gonçalves Camelo, 3º senhor de Baião, e de sua mulher D. Inez de Souza, filha de Martim Afonso de Souza e de sua mulher e prima D. Margarida Gonçalves de Souza, ambos bisnetos do rei D. Afonso III.

A família dos Távoras tem origens antiquíssimas, que alguns estudos genealógicos fazem remontar a um dos filhos de Ramiro II, Rei de Leão. O primeiro Senhor de Távora é Rozendo Hermingues, um nobre hispânico que viveu algures nos finais do século XI, princípios do século XII. O senhorio do morgado de Távora permanece na linha varonil desta casa. O hexaneto de Rozendo Hermingues é Lourenço Pires de Távora (c.1350-?), 8º Senhor de Távora, cavaleiro do Reino de Portugal e Senhor do Minhocal e do Couto de S. Pedro das Águias por mercê do Rei D. Pedro I.


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